Projectos Europeus

Projectos Europeus

EUROPA PARA OS CIDADÃOS

Neste sentido o projeto BY-ME “BoostingYoungMigrants’ participation in
EuropeanCities”, foi desenvolvido entre 2014 a 2016, aprovado no
âmbito do Programa “Europa para os Cidadãos”
(https://eacea.ec.europa.eu/europe-for-citizens_en) da Comissão
Europeia e promovido pela Associação Lusofonia Cultura e Cidadania,
– ALCC em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa (CML), que juntos
contribuíram para uma melhor integração.

Justificativa:

A participação dos jovens imigrantes é um elemento central na
integração: perfis comuns, com problemas semelhantes em relação à
participação social.

Percebemos a imprtância de promover o intercâmbio de experiências,
melhores práticas e aprofundar o debate sobre os processos de
integração dos jovens imigrantes entre as cidades de Lisboa, Milão
e Barcelona para a integração de jovens imigrantes e as relações
com os países de origem, valorizando a contribuição e as propostas
destes jovens.

Objetivos:

* Contribuir para o fortalecimento da participação cidadã dos
jovens de origem estrangeira e facilitar a sua inclusão no debate
sobre as medidas nacionais e europeias.
* Promover o diálogo estruturado e o intercâmbio de melhores
práticas entre as três cidades europeias, reforçando a liderança
de jovens de origem estrangeira na formulação de propostas a partir
do nível micro (local), incidindo sobre as políticas europeias que
os afectam.
* Promover a participação cidadã dos jovens de origem
estrangeira, através de acções concretas a nível local;
* Reforçar o papel dos jovens de origem estrangeira na formulação
de propostas de políticas públicas, relativas à “União Europeia
que gostariam no futuro”;
* Promover o intercâmbio de experiências e melhores práticas
entre as três cidades europeias;
* Promover o diálogo entre as associações e os jovens de origem
estrangeira nas três cidades envolvidas.

Ao longo da implementação do projeto foram efectuadas diversas
acções que promoveram um conjunto de ferramentas e atitudes
empreendedoras e boas práticas e desta forma, contribuiu para
estabelecer um diálogo de proximidade, na dimensão social, cultural
e empreendedora através de ferramentas adaptadas e tendo em conta a
co-responsabilidade concertada na promoção da interculturalidade e
da participação cívica da sociedade.

A proximidade entre as entidades públicas e privadas, a cooperação
entre as organizações e a participação ativa da população foram
pontos fortes que revelaram o esforço e a dedicação de todos que
lutam por uma cidade mais coesa, multicultural, solidária e
inclusiva.

Veja no faebook  [3]

ERASMUS PLUS

_Projeto YEP (Young Enterprise Program)_ – Multi-sectorial partnership
for capacity development to enhance entrepreneurship opportunities for
vulnerable youth in Milan, Lisbon and Madrid – Financiado pela União
Europeia através do Programa Erasmus Plus e coordenado pelo Instituto
Cooperazione Económica Internazionale (ICEI).

Trata-se de uma parceria multissetorial para o desenvolvimento das
capacidades e oportunidades de empreendedorismo para jovens
vulneráveis ​​em Milão, Lisboa e Madrid que decorreu entre 2016
e 2018.

A iniciativa promoveu uma parceria europeia formada por uma rede
transnacional de entidades comprometidas com a participação dos
cidadãos, inclusão social e laboral e empreendedorismo de grupos
vulneráveis, como pessoas de origem estrangeira e jovens de segunda
geração.

_Justificativa_

O público-alvo do projeto foram jovens NEET’s, em particular, em
situação de vulnerabilidade, imigrantes ou nacionais.

Portugal é o quinto país da zona do euro com mais jovens entre os 15
e os 24 anos, que não estudam, não trabalham nem estão em
formação (jovens NEET), uma tendência que se tem acentuado à
medida que o desemprego também sobe. De acordo com o relatório
Society at a Glance 2014  (OCDE, 2014), em Portugal a percentagem de
jovens NEET é de 15,3%, bem acima da média dos países
desenvolvidos, que é de apenas 12,6%.

De acordo com as prioridades identificadas pelo Programa Erasmus+ para
apoiar a empregabilidade dos jovens, o projeto visa promover práticas
inovadoras destinadas ao empreendedorismo dos jovens vulneráveis,
desenvolvendo uma parceria multissectorial entre actores públicos e
privados em Milão, Madrid e Lisboa.

_Objetivos_

Promover o empreendedorismo jovem na cidade de Lisboa com formação,
acompanhamento, incubação e utilização de ferramentas inovadoras
com metodologias e partilha de boas práticas nas três cidades.

Objetivos específicos:

* Capacitação e desenvolvimento de instrumentos de informação,
formação e assistência, direcionados especificamente, às
necessidades dos jovens.
* Criação de redes de intervenientes com competências
complementares, envolvidos no apoio às empresas e na integração
socioeconómica dos jovens, incentivando a coordenação das
diferentes entidades e as suas diferentes abordagens.

* Implementação de processos empreendedores de _start_-_ups_,
promovendo ferramentas baseadas em alta qualidade e replicabilidade,
com a inclusão de um serviço de tutoria transversal.

Foram efectuados diversas actividades nas três cidades com a
participação dos jovens e atores locais, além de uma vista e
discussão no Parlamento Europeu acerca da integração dos jovens
imigrantes.

Visita a nossa página do Facebook para saberes mais: YEP [4]

Programa Juventude em Acção

Different Origins, a Citizenship -Diferentes Origens, Uma Cidadania

Foi financiado em 2011 através do Programa Juventude em Acção e
teve como prática o intercâmbio entre jovens de Portugal, Estónia e
Hungria onde foi utilizada a capoeira como ferramenta de educação
não-formal na promoção da cidadania entre os jovens na Europa.

Foram realizadas actividades  com jovens dos três países onde
puderam trocar experiências e intercâmbio de boas práticas que
fortaleceram os laços entre a comunidade jovem.

FEIRA DE EMPREENDEDORISMO MIGRANTE – 2019 – Ideias com Futuro

A II edição da Feira do Empreendedorismo Migrante duplicou o
número de expositores.

Reuniu 68 empreendedores /expositores oriundos de vários países e
serviu de plataforma para o lançamento da Associação Empresarial de
Migrantes e Refugiados de Portugal, (AEMIREP), refletindo a procura
cada vez maior de estrangeiros para fazer negócio em Portugal.

Depois do sucesso da primeira edição em 2018, este ano aumentou o
numero de expositores oriundos do Brasil, Moçambique, Chile,
Colômbia, Filipinas, Síria, Ucrânia, Angola, Paraguai,
Alemanha, Venezuela, Moçambique, ligados às
novas tecnologias e inovação, gastronomia, moda, artesanato,
decoração, artes e serviços diversos que marcaram
presença na II Feira do Empreendedorismo Migrante (FEM), a 4 e 5 de
Maio no Museu de Lisboa/ Palácio Pimenta.

O  evento “visa estimular a criação, expansão, formalização e
diversificação de negócios sustentáveis”, ao mesmo tempo que
pretende “promover o empreendedorismo como estilo de vida”, daqueles
que escolheram Portugal como país de acolhimento. Através da
cultura do seu país acabam por criar iniciativas que além de criar
postos de trabalho, incentivam a economia nacional não só sob o ponto de
visto económico mas também da demografia.

Com o aceleramento da economia portuguesa e o encerramento das
fronteiras nos Estados Unidos e, em breve, no Reino Unido, (dois dos
destinos preferidos pelos brasileiros), Portugal apresenta-se como uma
alternativa, não só para brasileiros, mas também para franceses,
britânicos, italianos e a comunidade da América Latina, que são
atraídos, sobretudo, pelos benefícios fiscais oferecidos pelo Estado
português, que pretende captar trabalhadores qualificados e
reformados. Esta procura é considerada muito positiva, já que a
sustentabilidade demográfica, económica e social necessita de um
saldo migratório positivo. Com a diminuição da natalidade e o
aumento da esperança média de vida, a viabilidade do país está em
risco.

Se antes os imigrantes tinham pouca qualificação, atualmente
verifica-se que quem vem pertence a uma classe média e média-alta,
apostando em criar o próprio emprego. Trata-se de uma população que
vem para ficar e que pretende “contribuir para Portugal, trazer os
seus conhecimentos, aplicar aqui a sua profissão e investir.

A Feira reflete a procura crescente por Portugal, o que se tem verificado
por parte de estrangeiros empreendedores, com destaque para os
brasileiros. Ainda não existem números oficiais de 2018, mas o
Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) confirma um “aumento
significativo” em relação a 2017, quando já se tinha registado uma
subida na ordem dos 5%.

Esta segunda edição da FEM ficará marcada também pelo lançamento
da Associação Empresarial de Migrantes e Refugiados de Portugal
(AEMIREP), uma associação sem fins lucrativos, liderada
pelo Eng. Fidélio Guerreiro e que visa a “defesa dos interesses dos
migrantes e refugiados, contribuindo para o desenvolvimento económico
nacional e reforçando a ligação económica entre os países de
origem e Portugal”.

A missão da nova AEMIREP será “promover uma cultura de acolhimento e
de integração de migrantes, refugiados e os seus familiares na
sociedade portuguesa, fomentando o empreendedorismo”.

Os empreendedores migrantes precisam ter apoio mais sistemático
para que o seu negócio possa ser sustentável e neste sentido as
Associações ALCC e AEMIREP pretendem criar uma parceria forte no
sentido de fomentar o ecossistema empresarial em Portugal, e espera
contar ainda com uma política de integração da comunidade migrante
empreendedora, fortalecer o empreendedor como forma a
melhor “promover a criação e o crescimento de novos produtos/
serviços /empresas de TI, capazes de competirem à escala global”.

Visa ainda promover uma cultura de criação de novas empresas capazes de
competir a nível internacional, com elevado potencial de crescimento e
de elevado impacto económico.

A Feira do Empreendedorismo Migrante é financiada no âmbito do Plano
Municipal de Integração de Migrantes 2018-2020 da Câmara de Lisboa
e apoiada pela EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação
Cultural, Alto Comissariado para as Migrações, entre outras
importantes organizações.

Empreendedores com negócio formalizado ou ideias de negócio
contactem:

Informações: redeimigrapt@gmail.com

Veja no Facebook  [5]

FEIRA DE EMPREENDEDORISMO MIGRANTE – 2018

Com foco na integração dos imigrantes na sociedade portuguesa, a Associação Lusofonia – Cultura e Cidadania- ALCC, realizou nos dias
26 e 27 de Maio de 2018, no Museu de Lisboa/Palácio Pimenta a Iª edição da Feira do Empreendedorismo Imigrante. É um evento que pretende estimular o surgimento, a ampliação e a diversificação de negócios sustentáveis e difundir o empreendedorismo como negócio e estilo de vida dos migrantes.

O Evento reuniu num só espaço 48 empreendedores com uma diversidade de negócios como Artesanato, Saúde e Beleza, Comunicação Social, Consultoria, Design, Eventos, Formação, Limpeza, Moda, Música, Restauração, Transporte, dentre outros.

A FEI- Feira do Empreendedorismo Imigrante foi realizado pela ALCC, com o
financiamento da autarquia de Lisboa e apoiado pela EGEAC – Empresa de
Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, Alto Comissariado para
as Migrações, IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional,
LX Jovem ,projeto YEP-Young Enterprise  rogram (Eramus+).

O objectivo central da FEI é fortalecer o empreendedorismo migrante
dentro da sociedade portuguesa, oferecendo mecanismos de motivação
para os empreendedores através de apoios, divulgação, promoção,
formação, desenvolvimento de competências pessoais, sociais e de
gestão empresarial fundamentais para a criação de um negócio, rede
de contactos e oportunidades de investimento/financiamento. Visa ainda estimular a cultura do empreendedorismo nos migrantes

Projectos Europeus

EUROPA PARA OS CIDADÃOS

Neste sentido o projeto BY-ME “BoostingYoungMigrants’ participation in
EuropeanCities”, foi desenvolvido entre 2014 a 2016, aprovado no
âmbito do Programa “Europa para os Cidadãos”
(https://eacea.ec.europa.eu/europe-for-citizens_en) da Comissão
Europeia e promovido pela Associação Lusofonia Cultura e Cidadania,
– ALCC em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa (CML), que juntos
contribuíram para uma melhor integração.

Justificativa:

A participação dos jovens imigrantes é um elemento central na
integração: perfis comuns, com problemas semelhantes em relação à
participação social.

Percebemos a imprtância de promover o intercâmbio de experiências,
melhores práticas e aprofundar o debate sobre os processos de
integração dos jovens imigrantes entre as cidades de Lisboa, Milão
e Barcelona para a integração de jovens imigrantes e as relações
com os países de origem, valorizando a contribuição e as propostas
destes jovens.

Objetivos:

* Contribuir para o fortalecimento da participação cidadã dos
jovens de origem estrangeira e facilitar a sua inclusão no debate
sobre as medidas nacionais e europeias.
* Promover o diálogo estruturado e o intercâmbio de melhores
práticas entre as três cidades europeias, reforçando a liderança
de jovens de origem estrangeira na formulação de propostas a partir
do nível micro (local), incidindo sobre as políticas europeias que
os afectam.
* Promover a participação cidadã dos jovens de origem
estrangeira, através de acções concretas a nível local;
* Reforçar o papel dos jovens de origem estrangeira na formulação
de propostas de políticas públicas, relativas à “União Europeia
que gostariam no futuro”;
* Promover o intercâmbio de experiências e melhores práticas
entre as três cidades europeias;
* Promover o diálogo entre as associações e os jovens de origem
estrangeira nas três cidades envolvidas.

Ao longo da implementação do projeto foram efectuadas diversas
acções que promoveram um conjunto de ferramentas e atitudes
empreendedoras e boas práticas e desta forma, contribuiu para
estabelecer um diálogo de proximidade, na dimensão social, cultural
e empreendedora através de ferramentas adaptadas e tendo em conta a
co-responsabilidade concertada na promoção da interculturalidade e
da participação cívica da sociedade.

A proximidade entre as entidades públicas e privadas, a cooperação
entre as organizações e a participação ativa da população foram
pontos fortes que revelaram o esforço e a dedicação de todos que
lutam por uma cidade mais coesa, multicultural, solidária e
inclusiva.

Veja no faebook  [3]

ERASMUS PLUS

_Projeto YEP (Young Enterprise Program)_ – Multi-sectorial partnership
for capacity development to enhance entrepreneurship opportunities for
vulnerable youth in Milan, Lisbon and Madrid – Financiado pela União
Europeia através do Programa Erasmus Plus e coordenado pelo Instituto
Cooperazione Económica Internazionale (ICEI).

Trata-se de uma parceria multissetorial para o desenvolvimento das
capacidades e oportunidades de empreendedorismo para jovens
vulneráveis ​​em Milão, Lisboa e Madrid que decorreu entre 2016
e 2018.

A iniciativa promoveu uma parceria europeia formada por uma rede
transnacional de entidades comprometidas com a participação dos
cidadãos, inclusão social e laboral e empreendedorismo de grupos
vulneráveis, como pessoas de origem estrangeira e jovens de segunda
geração.

_Justificativa_

O público-alvo do projeto foram jovens NEET’s, em particular, em
situação de vulnerabilidade, imigrantes ou nacionais.

Portugal é o quinto país da zona do euro com mais jovens entre os 15
e os 24 anos, que não estudam, não trabalham nem estão em
formação (jovens NEET), uma tendência que se tem acentuado à
medida que o desemprego também sobe. De acordo com o relatório
Society at a Glance 2014  (OCDE, 2014), em Portugal a percentagem de
jovens NEET é de 15,3%, bem acima da média dos países
desenvolvidos, que é de apenas 12,6%.

De acordo com as prioridades identificadas pelo Programa Erasmus+ para
apoiar a empregabilidade dos jovens, o projeto visa promover práticas
inovadoras destinadas ao empreendedorismo dos jovens vulneráveis,
desenvolvendo uma parceria multissectorial entre actores públicos e
privados em Milão, Madrid e Lisboa.

_Objetivos_

Promover o empreendedorismo jovem na cidade de Lisboa com formação,
acompanhamento, incubação e utilização de ferramentas inovadoras
com metodologias e partilha de boas práticas nas três cidades.

Objetivos específicos:

* Capacitação e desenvolvimento de instrumentos de informação,
formação e assistência, direcionados especificamente, às
necessidades dos jovens.
* Criação de redes de intervenientes com competências
complementares, envolvidos no apoio às empresas e na integração
socioeconómica dos jovens, incentivando a coordenação das
diferentes entidades e as suas diferentes abordagens.

* Implementação de processos empreendedores de _start_-_ups_,
promovendo ferramentas baseadas em alta qualidade e replicabilidade,
com a inclusão de um serviço de tutoria transversal.

Foram efectuados diversas actividades nas três cidades com a
participação dos jovens e atores locais, além de uma vista e
discussão no Parlamento Europeu acerca da integração dos jovens
imigrantes.

Visita a nossa página do Facebook para saberes mais: YEP [4]

Programa Juventude em Acção

Different Origins, a Citizenship -Diferentes Origens, Uma Cidadania

Foi financiado em 2011 através do Programa Juventude em Acção e
teve como prática o intercâmbio entre jovens de Portugal, Estónia e
Hungria onde foi utilizada a capoeira como ferramenta de educação
não-formal na promoção da cidadania entre os jovens na Europa.

Foram realizadas actividades  com jovens dos três países onde
puderam trocar experiências e intercâmbio de boas práticas que
fortaleceram os laços entre a comunidade jovem.

FEIRA DE EMPREENDEDORISMO MIGRANTE – 2019 – Ideias com Futuro

A II edição da Feira do Empreendedorismo Migrante duplicou o
número de expositores.

Reuniu 68 empreendedores /expositores oriundos de vários países e
serviu de plataforma para o lançamento da Associação Empresarial de
Migrantes e Refugiados de Portugal, (AEMIREP), refletindo a procura
cada vez maior de estrangeiros para fazer negócio em Portugal.

Depois do sucesso da primeira edição em 2018, este ano aumentou o
numero de expositores oriundos do Brasil, Moçambique, Chile,
Colômbia, Filipinas, Síria, Ucrânia, Angola, Paraguai,
Alemanha, Venezuela, Moçambique, ligados às
novas tecnologias e inovação, gastronomia, moda, artesanato,
decoração, artes e serviços diversos que marcaram
presença na II Feira do Empreendedorismo Migrante (FEM), a 4 e 5 de
Maio no Museu de Lisboa/ Palácio Pimenta.

O  evento “visa estimular a criação, expansão, formalização e
diversificação de negócios sustentáveis”, ao mesmo tempo que
pretende “promover o empreendedorismo como estilo de vida”, daqueles
que escolheram Portugal como país de acolhimento. Através da
cultura do seu país acabam por criar iniciativas que além de criar
postos de trabalho, incentivam a economia nacional não só sob o ponto de
visto económico mas também da demografia.

Com o aceleramento da economia portuguesa e o encerramento das
fronteiras nos Estados Unidos e, em breve, no Reino Unido, (dois dos
destinos preferidos pelos brasileiros), Portugal apresenta-se como uma
alternativa, não só para brasileiros, mas também para franceses,
britânicos, italianos e a comunidade da América Latina, que são
atraídos, sobretudo, pelos benefícios fiscais oferecidos pelo Estado
português, que pretende captar trabalhadores qualificados e
reformados. Esta procura é considerada muito positiva, já que a
sustentabilidade demográfica, económica e social necessita de um
saldo migratório positivo. Com a diminuição da natalidade e o
aumento da esperança média de vida, a viabilidade do país está em
risco.

Se antes os imigrantes tinham pouca qualificação, atualmente
verifica-se que quem vem pertence a uma classe média e média-alta,
apostando em criar o próprio emprego. Trata-se de uma população que
vem para ficar e que pretende “contribuir para Portugal, trazer os
seus conhecimentos, aplicar aqui a sua profissão e investir.

A Feira reflete a procura crescente por Portugal, o que se tem verificado
por parte de estrangeiros empreendedores, com destaque para os
brasileiros. Ainda não existem números oficiais de 2018, mas o
Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) confirma um “aumento
significativo” em relação a 2017, quando já se tinha registado uma
subida na ordem dos 5%.

Esta segunda edição da FEM ficará marcada também pelo lançamento
da Associação Empresarial de Migrantes e Refugiados de Portugal
(AEMIREP), uma associação sem fins lucrativos, liderada
pelo Eng. Fidélio Guerreiro e que visa a “defesa dos interesses dos
migrantes e refugiados, contribuindo para o desenvolvimento económico
nacional e reforçando a ligação económica entre os países de
origem e Portugal”.

A missão da nova AEMIREP será “promover uma cultura de acolhimento e
de integração de migrantes, refugiados e os seus familiares na
sociedade portuguesa, fomentando o empreendedorismo”.

Os empreendedores migrantes precisam ter apoio mais sistemático
para que o seu negócio possa ser sustentável e neste sentido as
Associações ALCC e AEMIREP pretendem criar uma parceria forte no
sentido de fomentar o ecossistema empresarial em Portugal, e espera
contar ainda com uma política de integração da comunidade migrante
empreendedora, fortalecer o empreendedor como forma a
melhor “promover a criação e o crescimento de novos produtos/
serviços /empresas de TI, capazes de competirem à escala global”.

Visa ainda promover uma cultura de criação de novas empresas capazes de
competir a nível internacional, com elevado potencial de crescimento e
de elevado impacto económico.

A Feira do Empreendedorismo Migrante é financiada no âmbito do Plano
Municipal de Integração de Migrantes 2018-2020 da Câmara de Lisboa
e apoiada pela EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação
Cultural, Alto Comissariado para as Migrações, entre outras
importantes organizações.

Empreendedores com negócio formalizado ou ideias de negócio
contactem:

Informações: redeimigrapt@gmail.com

Veja no Facebook  [5]

FEIRA DE EMPREENDEDORISMO MIGRANTE – 2018

Com foco na integração dos imigrantes na sociedade portuguesa, a Associação Lusofonia – Cultura e Cidadania- ALCC, realizou nos dias
26 e 27 de Maio de 2018, no Museu de Lisboa/Palácio Pimenta a Iª edição da Feira do Empreendedorismo Imigrante. É um evento que pretende estimular o surgimento, a ampliação e a diversificação de negócios sustentáveis e difundir o empreendedorismo como negócio e estilo de vida dos migrantes.

O Evento reuniu num só espaço 48 empreendedores com uma diversidade de negócios como Artesanato, Saúde e Beleza, Comunicação Social, Consultoria, Design, Eventos, Formação, Limpeza, Moda, Música, Restauração, Transporte, dentre outros.

A FEI- Feira do Empreendedorismo Imigrante foi realizado pela ALCC, com o
financiamento da autarquia de Lisboa e apoiado pela EGEAC – Empresa de
Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, Alto Comissariado para
as Migrações, IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional,
LX Jovem ,projeto YEP-Young Enterprise  rogram (Eramus+).

O objectivo central da FEI é fortalecer o empreendedorismo migrante
dentro da sociedade portuguesa, oferecendo mecanismos de motivação
para os empreendedores através de apoios, divulgação, promoção,
formação, desenvolvimento de competências pessoais, sociais e de
gestão empresarial fundamentais para a criação de um negócio, rede
de contactos e oportunidades de investimento/financiamento. Visa ainda estimular a cultura do empreendedorismo nos

residentes em Portugal, como meio de sustentação financeira, de
desenvolvimento sócioeconómico e de inclusão na sociedade.

A FEI- Feira do Empreendedorismo Imigrante foi realizada pela ALCC, com o
financiamento da Câmara Municipal de Lisboa.