Projectos Europeus

 

 

EUROPA PARA OS CIDADÃOS E ERASMUS PLUS  E PROGRAMA JUVENTUDE EM ACÇÃO

Desde 2011 a Associação tem implementado projectos europeus no âmbito dos programas EUROPA PARA OS CIDADÃOSe ERASMUS PLUS de forma a inclusão de jovens, nomeadamente aqueles com menos oportunidades.

EUROPA PARA OS CIDADÃOS

Neste sentido o projeto BY-ME “BoostingYoungMigrants’ participation in EuropeanCities”, desenvolvido entre 2014 a 2016, aprovado no âmbito do Programa “Europa para os Cidadãos” (https://eacea.ec.europa.eu/europe-for-citizens_en) da Comissão Europeia, e promovido pela Associação Lusofonia Cultura e Cidadania, – ALCC em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa (CML), que juntos contribuíram para uma melhor integração.

Justificativa:

A participação dos jovens imigrantes é um elemento central na integração que tem perfis comuns, com problemas semelhantes em relação à participação social.

Promover o intercâmbio de experiências e melhores práticas e aprofundar o debate sobre os processos de integração dos jovens imigrantes entre as cidades de Lisboa, Milão e Barcelona para a integração de jovens imigrantes e as relações com os países de origem, valorizando a contribuição e propostas dos destes jovens.

Objetivos:

  • Contribuir para o fortalecimento da participação cidadã dos jovens de origem estrangeira e facilitar a sua inclusão no debate sobre as medidas nacionais e europeias.
  • Promover o diálogo estruturado e o intercâmbio de melhores práticas entre as três cidades europeias, reforçando a liderança de jovens de origem estrangeira na formulação de propostas a partir do nível micro (local), incidindo sobre as políticas europeias que os afectam.
  • Promover a participação cidadã dos jovens de origem estrangeira, através de acções concretas a nível local;
  • Reforçar o papel dos jovens de origem estrangeira na formulação de propostas de políticas públicas, relativas à “União Europeia que gostariam no futuro”;
  • Promover o intercâmbio de experiências e melhores práticas entre as três cidades europeias;
  • Promover o diálogo entre as associações e os jovens de origem estrangeira nas três cidades envolvidas.

Ao longoda implementação do projeto foram efectuadas diversas acções que promoveram um conjunto de ferramentas e atitudes empreendedoras e boas práticas e desta forma, contribuiu para estabelecer um diálogo de proximidade, na dimensão social, cultural e empreendedora através deferramentas adaptadas e tendo em conta a co-responsabilidade concertada na promoção da interculturalidade e da participação cívica da sociedade.

A proximidade entre as entidades públicas e privadas, a cooperação entre as organizações e a participação ativa da população foram pontos fortes que revelam o esforço e a dedicação de todos que lutam por uma cidade mais coesa, multicultural e solidária e inclusiva.

Veja no faebook 

 

ERASMUS PLUS

O Projeto YEP (YoungEnterpriseProgram) – Multi-sectorialpartnership for capacitydevelopment to enhanceentrepreneurshipopportunities for vulnerableyouth in Milan, Lisbonand Madrid” – Financiado pela União Europeia através do Programa Erasmus + e coordenado pelo Instituto Cooperazione Económica Internazionale (ICEI), trata-se de uma parceria multissetorial para o desenvolvimento das capacidades e oportunidades de empreendedorismo para jovens vulneráveis ​​em Milão, Lisboa e Madrid que decorreu entre 2016 a 2018.

A iniciativa promove uma parceria europeia formada por uma rede transnacional de entidades comprometidas com a participação dos cidadãos, inclusão social e laboral e empreendedorismo de grupos vulneráveis, como pessoas de origem estrangeira e jovens de segunda geração.

Justificativa

O público-alvo do projetoforam jovens NEET’s, em particular em situação de vulnerabilidade, imigrantes ou nacionais.

Portugal é o quinto país da zona euro com mais jovens entre os 15 e os 24 anos, que não estudam, não trabalham nem estão em formação (jovens NEET), uma tendência que se tem acentuado à medida que o desemprego também sobe. De acordo com o relatório Societyat a Glance2014  (OCDE, 2014), em Portugal a percentagem de jovens NEET é de 15,3%, bem acima da média dos países desenvolvidos, que é de apenas 12,6%.

De acordo com as prioridades identificadas pelo Programa Erasmus + para apoiar a empregabilidade dos jovens, o projeto visa promover práticas inovadoras destinadas ao empreendedorismo dos jovens vulneráveis, desenvolvendo uma parceria multissectorial entre actores públicos e privados em Milão, Madrid e Lisboa.

Objetivos

Promover o empreendedorismo jovem na cidade de Lisboa com formação, acompanhamento, incubação e utilização de ferramentas inovadoras com metodologias e partilha de boas práticas nas três cidades.

objetivos específicos:

  • Capacitação e desenvolvimento de instrumentos de informação, formação e assistência, direcionados especificamente, às necessidades dos jovens.
  • Criação de redes de intervenientes com competências complementares, envolvidos no apoio às empresas e na integração socioeconómica dos jovens, incentivando a coordenação das diferentes entidades e as suas diferentes abordagens.
  1. Implementação de processos empreendedores de startup, promovendo ferramentas baseadas em alta qualidade e replicabilidade, com a inclusão de um serviço de tutoria transversal.

Foram efectuados diversas actividades nas três cidades com a participação dos jovens e atores locais, além de uma vista e discussão no Parlamento Europeu acerca da integração dos jovens imigrantes.

Visita a nossa página do Facebook para saberes mais: YEP

 

Programa Juventude em Acção

DifferentOrigins a Citizenship –Diferentes Origens Uma Cidadania

DifferentOrigins a Citizenship -Diferentes Origens Uma Cidadania, financiado através em 2011 através doPrograma Juventude em Acção e teve como prática o intercâmbio entre jovens de Portugal, Estónia e Hungria onde foi utilizado a capoeira como ferramenta de educação não-formalna promoção da cidadania entre os jovens na Europa

Foram realizadas actividades  com jovens dos três países onde puderam trocar experiências e intercâmbio de boas práticas que fortaleceram os laços entre a comunidade jovem.

 

PROGRAMA JUVENTUDE EM ACÇÃO

FEIRA DE EMPREENDEDORISMO MIGRANTE – 2019 -Ideias com Futuro

 A II edição da Feira do Empreendedorismo Migrante duplicou o número de expositores

Reuniu 68 empreendedores /expositores oriundos de vários países e serviu de plataforma de lançamento da Associação Empresarial de Migrantes e Refugiados de Portugal, (AEMIREP)reflectindo a procura cada vez maior de estrangeiros para fazer negócio em Portugal.

Depois do sucesso da primeira edição em 2018, este ano aumentou o numero de expositores, oriundos do Brasil, Moçambique, Chile, Colômbia, Filipinas, Síria, Ucrânia, Angola, Paraguai, Ucrânia, Alemanha, Venezuela, Moçambique entre outros países, ligados às novas tecnologias e inovação, gastronomia, moda, artesanato, decoração e artes, serviços diversos entre outras que marcaram presença na II Feira do Empreendedorismo Migrante (FEM), a 4 e 5 de Maio no Museu de Lisboa/ Palácio Pimenta.

O  evento “visa estimular a criação, expansão, formalização e diversificação de negócios sustentáveis”, ao mesmo tempo que pretende “promover o empreendedorismo como estilo de vida”, daqueles que escolheram Portugal como país de acolhimento que através da cultura do seu país acaba por criar iniciativas que além de criar postos de trabalho, incentiva a economia nacional não só do ponto de visto económico mas da demografia.

Com o aceleramento da economia portuguesa e o encerramento das fronteiras nos Estados Unidos e, em breve, no Reino Unido, dois dos destinos preferidos pelos brasileiros, Portugal apresenta-se como uma alternativa, não só para brasileiros, mas também para franceses, britânicos e italianos e a comunidade da América latina, que são atraídos, sobretudo, pelos benefícios fiscais oferecidos pelo Estado português, que pretende captar trabalhadores qualificados e reformados. Esta procura é considerada muito positiva, já que a sustentabilidade demográfica, económica e social necessita de um saldo migratório positivo. Com a diminuição da natalidade e o aumento da esperança média de vida, a viabilidade do país está em risco.

Se antes os imigrantes tinham pouca qualificação, atualmente verifica-se que quem vem pertence a uma classe média e média-alta, apostada em criar o próprio emprego. Trata-se de uma população que vem para ficar e que pretende “contribuir para Portugal, trazer os seus conhecimentos, aplicar aqui a sua profissão, investir.

A feira reflete a procura crescente por Portugal que se tem verificado por parte de estrangeiros empreendedores, com destaque para os brasileiros. Ainda não existem números oficiais de 2018, mas o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) confirma um “aumento significativo” em relação a 2017, quando já se tinha registado uma subida na ordem dos 5%.

Esta segunda edição da FEM ficará marcada também pelo lançamento da Associação Empresarial de Migrantes e Refugiados de Portugal (AEMIREP), uma associação sem fins lucrativos, que vai ser liderada pelo Eng. Fidélio Guerreiro e que visa a “defesa dos interesses dos migrantes e refugiados, contribuindo para o desenvolvimento económico nacional e reforçando a ligação económica entre os países de origem e Portugal”.

A missão da nova AEMIREP será “promover uma cultura de acolhimento e de integração de migrantes, refugiados e os seus familiares na sociedade portuguesa”, “fomentando o empreendedorismo”.

Os empreendedores migrantes precisam de ter apoio mais sistemático para que o seu negócio possa ser sustentável e neste sentido as Associações ALCC e AEMIREP pretendem criar uma parceria forte no sentido de fomentar o eco sistema empresarial em Portugal, e espera contar ainda com uma política de integração da comunidade migrante empreendedora, fortalecer o ecossistema empreendedor por forma a melhor “promover a criação e o crescimento de novos produtos/ serviços /empresas de TI`s capazes de competirem à escala global”. Promover ainda a uma cultura da criação de novas empresas capazes de competir a nível internacional, de elevado potencial de crescimento e de elevado impacto económico.

A Feira do Empreendedorismo Migrante é financiada no âmbito do Plano Municipal de Integração de Migrantes 2018-2020 da Câmara de Lisboa e apoiada pela EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, Alto Comissariado para as Migrações entre outras importantes organizações.

Empreendedores com negócio formalizado ou ideias de negócio contacte:

Informações: redeimigrapt@gmail.com

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FEIRA DE EMPREENDEDORISMO MIGRANTE – 2018

Com foco na integração dos imigrantes na sociedade portuguesa, a Associação Lusofonia – Cultura e Cidadania- ALCC, realizou nos dias 26 e 27 de Maio de 2018, no Museu de Lisboa/Palácio Pimenta a Iª edição da Feira do Empreendedorismo Imigrante, é um evento que pretende estimular o surgimento, a ampliação e a diversificação de negócios sustentáveis e difundir o empreendedorismo como negócio e estilo de vida dos migrantes.

O Evento reuniu num só espaço 48 empreendedores com uma diversidade de negócios como, o Artesanato, Saúde e Beleza, Comunicação Social, Consultoria, Design, Eventos, Formação, Limpeza, Moda, Música, Restauração, Transporte, entre outros.

A FEI- Feira do Empreendedorismo Imigrante, realizado pela ALCC, com o financiamento da autarquia de Lisboa e apoiado pela EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, Alto Comissariado para as Migrações, IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, LXJovem ,projeto YEP-YoungEnterpriseProgram (Eramus+).

O objectivo central da FEI é fortalecer o empreendedorismo migrante dentro da sociedade portuguesa, oferecendo mecanismos de motivação para os empreendedores através de apoios; divulgação; promoção; formação; desenvolvimento de competências pessoais, sociais e de gestão empresarial fundamentais para a criação de um negócio; rede de contactos e oportunidades de investimento/financiamento. E, por outro lado, estimular a cultura do empreendedorismo nos migrantes residentes em Portugal, como meio de sustentação financeira, de desenvolvimento sócio-económico e de inclusão na sociedade.

A FEI- Feira do Empreendedorismo Imigrante, realizado pela ALCC, com o financiamento da Câmara Municipal de Lisboa.