FEIRA DO EMPREENDEDORISMO MIGRANTE

O objectivo central da Feira é fortalecer o empreendedorismo migrante e refugiado dentro da sociedade portuguesa, oferecendo mecanismos de motivação para os empreendedores através de apoios; divulgação; promoção, gestão empresarial fundamental para a criação de um negócio; rede de contactos e oportunidades de investimento/financiamento. E, por outro lado, estimular a cultura do empreendedorismo nos Migrantes e refugiados residentes em Portugal, como meio de sustentação financeira, de desenvolvimento sócio-económico e de inclusão na sociedade.

A organização da Feira tem objectivos baseados na promoção e defesa dos legítimos interesses dos migrantes e refugiados contribuindo para o harmónico desenvolvimento económico e comunitário, reforçando a actividade empreendedora e criando mecanismos de integração e promoção de uma cultura de acolhimento de migrantes e seus familiares na sociedade, assente numa sociedade mais forte, bem organizada e bem informada. Fomentar o empreendedorismo é um factor essencial para a inclusão e oportunidade de igualdade baseado em uma cultura que reforce o potencial empreendedor.

O empreendedorismo é considerado um dos principais mecanismos promotores do desenvolvimento da economia, inovação e bem-estar. Como processo dinâmico de mudança, visão e criação, tem como base a identificação de oportunidades e novas soluções por parte do empreendedor, com o objetivo de suprir necessidades das pessoas. Do francês entrepreneur – aquele que assume riscos e inicia algo novo – um empreendedor é alguém com capacidade de criar uma nova forma de uso dos recursos, para realização de uma ideia ou projeto pessoal, assumindo riscos e responsabilidades,inovando continuamente (Longenecker& Moore, 1998). Schumpeter (1978) acrescenta, ainda, a ideia de empreendedor como responsável por processos de destruição criativa, que resultam na criação de novos métodos de produção, novos produtos e novos mercados.https://www.ifdep.pt/assets/empreendedorismo-com_imigrantes_ver_web.pdf

Feira do Empreendedorismo Migrante, financiada no âmbito do Plano Municipal de Integração de Migrantes 2018-2020 da Câmara de Lisboa e apoiada pela EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, Alto Comissariado para as Migrações entre outras importantes organizações.

A II FEM – Feira de Empreendedorismo Migrante- ideias com Futuro decorreu nos dias 4 e 5 de Maio de 2019 no Museu de Lisboa/Palácio Pimenta e contou com  76 expositores com uma grande diversidade de negócios, passando pelo artesanato, saúde e beleza, informática, comunicação organização de eventos, consultoria, gastronomia, desporto, bijuterias, moda e beleza, terapia, decoração e organização de eventos, formação, limpeza, gastronomia e a grande novidade foi a inovação e tecnologia.

O Evento reuniu expositores oriundos de vários países entre eles, o Brasil, Alemanha, França, Moçambique, Chile, Colômbia, Filipinas, Síria, Ucrânia, Angola, Cabo Verde, Paraguai, entre outros países, ligados às novas tecnologias, gastronomia, moda, artesanato, beleza decoração e artes, entre outras, marcaram presença na edição de 2019.

O Evento pretendeu estimular a criação, expansão e diversificação de negócios sustentáveis, ao mesmo tempo promover o empreendedorismo como estilo de vida dos migrantes.

Durante os dois dias os expositores e o público em geral puderam partilhar e conhecer os negócios e serviços dos migrantes bem como sua história de vida reflectida no seu tipo de negócio. Houve, palestras, debates e seminários, consultoria e soluções várias de apoio à gestão e troca de informações. No fundo, o que se pretende é criar as condições ideais para que surjam em terras lusitanas novos negócios, de outras nacionalidades, que escolheram Portugal para ser a sua segunda casa.

Foi uma oportunidade impar de apresentar o trabalho dos novos cidadãos, fazer negócios, promover e conhecer as ferramentas disponibilizadas para a criação do auto emprego e novas empresas, articular negócios, trocar experiências e ampliar o networking, essencial para estabelecer relações com potenciais clientes, negócios, fornecedores ou parceiros, novos clientes, novos e possibilidade de investimento externo, além da ampliação do seu negócio.

Relativamente ao género pode verificar-se uma adesão de 67% de mulheres.

O evento tem atraído muitos empreendedores migrantes e refugiados que precisam de apoio para o seu negócio, nomeadamente espaço para vender seu produto/serviço e mais participação em feiras e eventos, entre aqueles que pretendem abrir sua empresa e necessitam de apoio.

Atividades culturais e entretenimento

No âmbito das apresentações culturais e entretenimento pudemos assistir a um “desfile” de atividades culturais e de moda de diversos países, o que animou muito o certame.

No âmbito dos debates foi possível contar com a presença e empenho de diversos experts em material de empreendedorismo nomeadamente:

  • Debate: Integração e Empreendedorismo Migrante.
  • Debate: Estratégia Migrante: Presente e Futuro
  • Palestra: Importância do Marketing Digital
  • Debate: Estratégia Migrante: Presente e Futuro
  • Debate: Integração e Empreendedorismo Migrante que contou com:
  • Demonstração de Drones

Contactos: redeimigrapt@gmail.com

 96.666.9446 – 21 803 1921

www.lusoculturas.org

Empreendedores com negócio formalizado, informal  ou ideias de negócio contacte:

Informações: redeimigrapt@gmail.com

A FEI- Feira do Empreendedorismo Imigrante foi realizada em 2018 pela ALCC, com o financiamento da Câmara Municipal de Lisboa e apoiada pela EGEAC -Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, Alto Comissariado para as Migrações, IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, Banco Montepio entre outros.

Com foco na integração dos migrantes na sociedade portuguesa, a Associação Lusofonia – Cultura e Cidadania- ALCC, realizou nos dias 26 e 27 de Maio de 2018, no Museu de Lisboa/Palácio Pimenta a1ª edição da Feira do Empreendedorismo Imigrante, é um evento que pretende estimular o surgimento, a ampliação e a diversificação de negócios sustentáveis e difundir o empreendedorismo como negócio e estilo de vida dos migrantes.

Contou com a participação de 48 expositores, que ofereceram um conjunto de produtos e serviços de diversas nacionalidades, nomeadamente do Brasil, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Angola, Cabo-verde, Moçambique, Colômbia, Venezuela, Republica Dominicana, Moldávia, Bulgária, Ucrânia e Alemanha.

Foi possível expor diversos negócios entre os quais: Artesanato, Saúde e Beleza, Comunicação Social, Consultoria, Design, Eventos, Formação, Limpeza, Moda, Música, Restauração, Transporte, entre outros.

Com o aceleramento da economia portuguesa e o encerramento das fronteiras nos Estados Unidos e, em breve, no Reino Unido, dois dos destinos preferidos pelos brasileiros, Portugal apresenta-se como uma alternativa, não só para brasileiros, mas também para franceses, britânicos e italianos e a comunidade da América Latina, que são atraídos, sobretudo, pelos benefícios fiscais oferecidos pelo Estado português, que pretende captar trabalhadores qualificados e reformados. Esta procura é considerada muito positiva, já que a sustentabilidade demográfica, económica e social necessita de um saldo migratório positivo. Com a diminuição da natalidade e o aumento da esperança média de vida, a viabilidade do país está em risco.

Se antes os imigrantes tinham pouca qualificação, actualmente verifica-se que quem vem pertence a uma classe média e média-alta, apostada em criar o próprio emprego. Trata-se de uma população que vem para ficar e que pretende “contribuir para o crescimento de Portugal, trazer os seus conhecimentos, aplicar aqui a sua profissão, investir.”

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